Brasileira fica em 2º lugar no “Miss Universo”; se destaca com beleza e simpatia.

A brasileira Julia Gama deu um show de beleza e simpatia no “Miss Universo”

 

A gaúcha Julia Gama, de 28 anos, apontada como a favorita ao título da 70ª edição do “Miss Universo”, realizada na Flórida, perdeu para a representante do México, Andrea Meza – na terceira colocação ficou a peruana, Janick Maceta. Foram 74 belas candidatas em uma noite de glamour

 

Da Redação

Faltou pouco, mas não foi dessa vez que o Brasil conquistou a 70ª edição do “Miss Universo 2021”, realizada neste domingo, no “Seminole Hard Rock Hotel & Casino”, em Hollywood, na Flórida, representado pela gaúcha Julia Gama, de 28 anos, apontada como a favorita ao título. Ela perdeu para a representante do México, Andrea Meza – na terceira colocação ficou a peruana, Janick Maceta. Foram 74 belas candidatas, sendo que a brasileira, natural de Porto Alegre, que reside na China, que fala três idiomas, se destacou com a sua performance no palco, atraindo as atenções dos jurados.

 

Momento decisivo entre mexicana e brasileira – E um dos pontos altos no desempenho de Julia Gama no concurso, além de sua beleza e simpatia, foi à resposta quando indagada sobre o papel da mulher na sociedade. Falando com total domínio o inglês disse que: “As mulheres são uma parte muito importante da sociedade e só porque não somos incentivadas da mesma forma que os homens, não significa que não temos o nosso potencial. O mundo precisa da contribuição das mulheres. Então, vamos erguer nossas mãos”, ressaltou.

 

Andrea Meza é coroada – A sul-africana Zozibini Tunzi, eleita na edição disputada em 2019, passou a coroa para a mexicana, Andrea Meza, de 26 anos, formada em engenharia de software e vegana. Ela pratica crossfit e esportes radicais, como rapel e sandboard.O “Miss Universo” não aconteceu em 2020 devido à pandemia do coronavírus.

O Brasil venceu o “Miss Universo” em duas oportunidades apenas. A primeira vez foi em 1963 com a também gaúcha Iêda Maria Vargas. A segunda aconteceu em 1968, com a baiana Martha Vasconcellos. O mais próximo que chegou depois disso foi um segundo lugar em 1972 e em 2007, com Rejane Goulart e Natália Guimarães, respectivamente.