Volta de empresas aéreas brasileiras no Aeroporto de Orlando.

As companhias aéreas brasileiras, “Azul” e “LATAM” voltam a operar no “Aeroporto de Orlando”

A “Azul Linhas Aéreas” voltou a operar no “Aeroporto Internacional de Orlando”, com voos diretos do Brasil. Também retorna ao aeroporto a “LATAM Airlines Brasil”. Em entrevista ao “Nossa Gente”, Marcio Alex Cicarini, do “Setor de Almoxarifado e Controle de Compras” do Aeroporto de Orlando, traz informações importantes

Da Redação

A “Azul Linhas Aéreas” voltou a operar no “Aeroporto Internacional de Orlando”, com voos diretos do Brasil, transportando os esperados brasileiros, intensificando o turismo na cidade de parques, restaurantes e outlets. Também voltará a operar neste mês de dezembro, no aeroporto de Orlando, a “LATAM Airlines Brasil”, reforçando a rota turística, prometendo um mês bem movimentado, a exemplo do que ocorreu no feriado do “Dia de Ação de Graças”, quando 78.118 passageiros agitaram o embarque e desembarque em Orlando – números oficiais de passageiros fornecidos ao “Site Nossa Gente” pelo “Aeroporto Internacional de Orlando.”

Marcio Cicarini fala dos preparativos para a volta dos brasileiros a Orlando

Marcio Alex Cicarini, assistente de gerente do “Setor de Almoxarifado e Controle de Compras” do Aeroporto Internacional de Orlando, em entrevista ao “Nossa Gente” disse que o mês de dezembro promete ser um dos mais agitados, com o desembarque de brasileiros, “que este ano poderá ser intenso”, após o período de restrições a estrangeiros.

“Com o retorno das companhias aéreas brasileiras, ‘Azul’ e ‘LATAM’, que voltam a operar no aeroporto de Orlando, as rotas vão ficar cada vez mais lotadas de passageiros, é o se espera. Com isso, certamente haverá uma demanda muito grande de viajantes e o nosso setor já está se mobilizando para atender a esse contingente”, ressalta.

Relata Cicarini que o Almoxarifado do aeroporto dobrou os pedidos de papel toalha e álcool gel para atender aos passageiros, como ocorreu no feriado de “Ação de Graças”, com um aumento considerável de viajantes. “Os dados de crescimento de passageiros no mês de novembro – 78.118 –, superou os meses anteriores – média de 52.858 viajantes –, com vinte mil a mais de passageiros. Foi um corre-corre no aeroporto”, lembra Cicarini.

Estacionamentos lotados

“Os estacionamentos para passageiros do aeroporto de Orlando ficaram completamente lotados no feriado. Não tinham mais vagas para atender o contingente de pessoas, então foram utilizados o estacionamento dos funcionários e, ainda assim, não foi o suficiente. Agora, com a volta das companhias aéreas brasileiras em dezembro, com a volta do turista brasileiro, a situação tende a ficar mais intensa daqui para frente”, ressalta.

“Quando vou para o aeroporto, por exemplo, vejo os brasileiros nas lojas, seguindo para os parques, mesmo com a alta do dólar. Eles estão voltando, e nas festas de fim de ano, acredito que a cidade de Orlando vai estar muito mais movimentada com os turistas brasileiros”, aposta Cicarini.

Quanto à questão de passageiros vacinados – exigência do teste de PCR para estrangeiros –, disse Márcio que até o momento, “estamos aguardando as novas diretrizes a serem tomadas pelo aeroporto. Ainda não posso adiantar nada nesse sentido.”

Em relação aos funcionários do aeroporto de Orlando, com a lei do governador Ron DeSantis que suspendeu a obrigatoriedade de vacinas contra a Covid a funcionários do estado da Flórida, disse Márcio que a vacina não é obrigatória. “Eu tomei as doses da vacina, mas têm funcionários que não se vacinaram e o aeroporto não está exigindo isso. Após a lei do governador, a obrigatoriedade foi suspensa”, afirma.

Motorista para americanos

Nas horas de folga dos trabalhos do “Aeroporto Internacional de Orlando”, Marcio Cicarini está voltado para a sua empresa como motorista – ele é o motorista da empresa –, que dirige o carro de famílias americanas – empresários e casais –, que queiram ir a festas e eventos e que precisem de alguém para dirigi o veículo na volta para casa, principalmente se ingerirem bebida alcoólica. “No ‘Dia de Ação de Graças’, por exemplo, fui motorista de uma família que atendo há vários anos. Não se trata de Uber, mas de motorista que irá dirigir o próprio carro do cliente, com total segurança”, ressalta.