Não tenha medo de viver, mas tenha bom senso!

Não tenha medo de viver, mas tenha bom senso!

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JAN/16 – pág. 50

Red heart in human hands

Por Edvaldo Alves

Todos nós, pelo princípio básico do respeito, devemos ter decência, caráter e honestidade. O mundo precisa urgentemente de pessoas que tenham bom senso. Algumas pensam que a beleza é fundamental e que, para estar belo de verdade, é necessário usar roupas com marcas famosas, perfumes e objetos importados.

As pessoas do mundo pós-moderno, salvas raríssimas exceções, esqueceram a felicidade, o amor e a boa companhia. Elas trocaram o bom comportamento e a educação por uma casca grossa de antipatia, hipocrisia e egoísmo e apresentam um interesse próprio e mesquinho. Ainda que disfarçadamente, elas participam de uma luta voraz e inexplicável, para simplesmente possuir e se destacar.

Pessoas assim não conseguem, ao menos pela lógica, compreender que boas atitudes de compostura podem tornar a vida mais agradável. E, para não participar dessa batalha vã e não naufragar no mundo da trivialidade e da estupidez, procure adotar princípios que o tornarão um ser humano melhor: Comece com a discrição, ela é fundamental. Agindo com cautela diante de situações inesperadas, você obterá efeitos mais apropriados. Quando o homem se torna comprometido com a própria vida, o cotidiano se torna mais harmonioso, tanto para ele quanto para aqueles que estão a sua volta.

A tranquilidade ajuda a combater muitos dos males deste século, como o estresse, por exemplo, e essa conquista só acontece quando você percebe que a vida alheia não está incluída em seus propósitos. Sendo oportuno, ensine que se preocupar com o próximo não significa adentrar aquilo que só diz respeito a ele.

Esqueça o exagero na hora de beber, comer, se vestir e se perfumar. Atraia olhares através da sua sensibilidade e da sua cortesia, pois o que passar disso será ridículo. Tudo o que for demasiado, neste século prioritário, será naturalmente excluído. Sorria sempre, mas sorria como quem mergulha e não como quem nada a braçadas. Fale em uma tonalidade afável, para que os outros possam, além de ouvi-lo, compreendê-lo.

E acorde todos os dias com a capacidade de perdoar, de traçar planos, de refletir, de ser maleável… Não tenha medo de viver, de arriscar!


euzMarcileia A. Ribeiro
Jornalista e Administradora do Grupo do Facebook “Descobrindo Orlando”.