Ney Franco comemora boa fase do Vitória mas garante que Carnaval Baiano só se o time for à Libertadores

Ney Franco comemora boa fase do Vitória mas garante que Carnaval Baiano só se o time for à Libertadores

Foto: Ney Franco - divulgação.
Foto: Ney Franco – divulgação.

O “Bem, Amigo!” desta semana contou com a participação de Ney Franco, técnico do Vitória. Bem humorado com a ótima campanha do Leão na competição, o treinador confirmou que pretende cumprir seu contrato, que se encerra no fim de 2014.

– Quando tive meu primeiro contato com o Vitória para assumir a equipe, tive a liberdade de escolher por um contrato até o fim deste ano, mas pedi um vínculo até o fim de 2014. Eu quero passar o carnaval em Salvador (risos). O pessoal lá prometeu até trio elétrico se nós chegarmos à Libertadores – disse Ney, acrescentando:

– Tive uma conversa com o Santos antes do Vitória, quando tinha saído do São Paulo. Antes do Claudinei Oliveira ser efetivado lá também. Nesta reta final de Brasileirão, há muitas especulações. Eu penso em um projeto de iniciar uma temporada. O Vitória me fascina por ter um trabalho forte de categoria de base e é muito ligado ao profissional. Já estamos começando a colher esses frutos – concluiu.

Com 48 pontos, o Vitória ocupa o sétimo lugar na tabela do Brasileiro, cinco pontos a menos que o Botafogo, que fecha a zona de classificação para a Libertadores da América.

Além da boa fase do Vitória, Ney Franco falou da saída do São Paulo e do desentendimento com o goleiro Rogerio Ceni, com quem na época trocou farpas chegando a acusá-lo de queimar jogadores como o meia Ganso e o zagueiro Lúcio.

– O que ficou marcado um pouquinho é que depois da minha saída, e isso já foi discutido e acho que está no passado, o Rogério deu algumas declarações, eu dei uma, mas, para mim, já passou. Cada um colocou seu ponto de vista e morreu o assunto. O Rogério continua jogando em alto nível, representando, confirmando todo nome que tem no São Paulo. E eu estou em outro projeto, que está se desenhando um projeto vitorioso. Cada um está desenvolvendo sua profissão, sem problema nenhum.

– Fiquei um ano à frente do São Paulo. E a minha saída foi, basicamente, como foi a saída de todos os treinadores quando deixam uma equipe. O futebol tem essa questão de individualizar o resultado na figura do treinador. Quando saí ficou latente isso. Nos meus dois últimos meses, principalmente depois da eliminação da Libertadores, ficou um ambiente meio insustentável, não em relação aos atletas – explicou.

O programa “Bem, Amigos!” esquenta as noites de segunda-feira do canal PFC, com debates e análises sobre futebol e outros esportes, sempre às 21h (de Brasília).