Violência Doméstica

 

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DEZ/12 – pág. 54

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Como fomos habituados ou estamos demasiadamente estressados, perder o controle é humano, mas inaceitável, especialmente quando “abusamos” de alguém. O abuso pode ser mental, emocional, verbal, sexual, legal ou físico. Xingar, denegrir o caráter, fazer pouco de alguém (seja quem for), atingir alguém (ou animal) fisicamente, direta ou indiretamente, tudo é considerado abuso. Assim como não permitir que seu parceiro comunique-se com a família ou mantenha suas próprias amizades, trabalho e seu próprio dinheiro. A violência doméstica é um padrão de comportamentos controladores com o objetivo de dominar por intermédio de intimidação.

Outubro foi o mês dedicado à conscientização do público em relação ao tema “Violência Doméstica”.

Por dia, cinco pessoas morrem devido à violência doméstica. 60% dos casais que se apresentam com esse problema já tiveram, pelo menos, um episódio de violência doméstica nos últimos 12 meses. 85% é de violência de homem contra mulher. Os outros 15%:  de homem contra homem, de mulher contra mulher, e de mulher contra homem. Em geral, ela acontece entre casais.  A maioria das pessoas que a comete não abusa de substâncias. No entanto, quando usam, necessitam de tratamento para ambos os problemas – separadamente – para que a violência doméstica não aumente ainda. Os casos de divórcio que duram mais de dois anos podem ser devidos à violência doméstica (abuso legal). O custo nacional, em 2003, foi $8.3 biliões: $6.2 biliões em ataques físicos, $461 milhões em perseguições, $460 milhões em violações e $1.2 biliões em perdas de vida.  As estatísticas indicam que se perdem 8 milhões de dias de trabalho anuais devido ao problema, ou seja, 32,000 trabalhos de período integral.

O maior problema é a falta de solução para traumas ou negligências, pois são elas que podem causar a violência doméstica, vícios e abuso a crianças. Viver assim pode perpetuar o trauma, o que traz custos, famílias desajustadas e perda de vidas.

A violência doméstica cria medo, caos e insegurança, podendo seguir este caminho:

  • começa com gestos insultuosos;
  • passa para abuso verbal;
  • depois para táticas que intimidam (perseguição, por exemplo), chegando às ameaças;
  • em seguida, empurrões, socos, pontapés, punhaladas, tiros;
  • finalmente, o suicídio da vítima ou do perpetrador.

O seu repetitivo ciclo normal: fase de escalamento, fase explosiva e fase de desculpas. O mais perigoso em uma relação abusiva é se a vítima vai embora ou se está grávida. A maneira mais segura é que os envolvidos não tenham acesso um ao outro.

Mantenha-se calmo, claro e conectado para ter o estado do “poder” e do “controle”. Não há abuso possível quando estamos conectados conosco mesmos e com os outros.

Telefone nacional da violência doméstica: 1-800-799-SAFE (7233), www.thehotline.org

Algumas organizações nacionais:

  • National Coalition Against Domestic Violence: www.ncadv.org
  • National Sexual Violence Resource Center: www.nsvrc.org
  • Futures Without Violence: www.futureswithoutviolence.org
  • Para refúgio ou informações: Harbor House, 407-886-2856, www.harborhousefl.com

Rosario Ortigao, LMHC, MAC
Conselheira de Saúde Mental
407 628-1009
rosario@ortigao.com

 



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