Cidade da Flórida Central ocupa a 80ª posição entre 182 cidades avaliadas em estudo que considera bem-estar econômico, saúde e segurança feminina – Columbia ocupa primeira posição
Orlando aparece na 80ª posição entre 182 cidades norte-americanas em um levantamento que analisou quais são os melhores e os piores lugares dos Estados Unidos para as mulheres em 2026. O estudo, elaborado pelo WalletHub, levou em consideração indicadores relacionados ao bem-estar econômico e social, além de saúde e segurança.
A posição de Orlando chama a atenção principalmente porque a cidade apresentou resultados diferentes entre os dois grandes grupos analisados. No quesito bem-estar econômico e social das mulheres, Orlando ficou na 28ª colocação. Já em saúde e segurança, a cidade apareceu na 125ª posição.
Ao todo, o WalletHub avaliou 182 cidades dos Estados Unidos utilizando 15 indicadores. Entre os critérios considerados estão renda das mulheres, desemprego, pobreza, participação feminina na propriedade de empresas, acesso à saúde, qualidade dos hospitais, atendimento preventivo e expectativa de vida.
No ranking nacional, Columbia, Maryland, ocupa a primeira posição, seguida por Seattle, Washington, e Fremont, Califórnia. Também aparecem entre as primeiras colocadas South Burlington, Vermont; Washington, D.C.; San Francisco, Califórnia; Overland Park, Kansas; Raleigh, Carolina do Norte; Gilbert, Arizona; e Santa Clarita, Califórnia.
Segundo o levantamento, Columbia se destacou especialmente pelos indicadores econômicos e de saúde. A cidade apresenta uma das maiores rendas anuais para mulheres ajustadas ao custo de vida, além de baixos índices de pobreza feminina e bons resultados em indicadores de prevenção e expectativa de vida.
Para Orlando, o resultado mostra uma diferença significativa entre os aspectos econômicos e os indicadores relacionados à saúde e segurança. A 28ª posição no componente econômico e social coloca a cidade em uma posição relativamente mais alta nesse recorte específico, enquanto o 125º lugar em saúde e segurança pesa no resultado geral.
O estudo não representa uma avaliação absoluta da qualidade de vida de todas as mulheres que vivem em Orlando, mas uma comparação estatística entre as cidades analisadas. O próprio levantamento reúne indicadores de diferentes áreas para produzir uma classificação geral.
As cidades nas últimas posições
Na outra ponta da lista, Jackson, Mississippi, aparece na 182ª posição. Huntington, West Virginia; Shreveport, Louisiana; Gulfport, Mississippi; e Brownsville, Texas, também estão entre as cinco últimas colocadas.
O levantamento oferece, portanto, um retrato comparativo de diferentes condições enfrentadas pelas mulheres nas cidades americanas, incluindo oportunidades econômicas, acesso à saúde e questões relacionadas à segurança.
Para a comunidade brasileira que vive na Flórida Central, os dados de Orlando acrescentam mais um indicador à discussão sobre qualidade de vida e oportunidades para mulheres na região.







