As mudanças fazem parte da iniciativa federal “Make America Healthy Again”, que visa combater a obesidade em todo o país, confirma o Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr.
O “Programa de Assistência Nutricional Suplementar” (SNAP), anunciou que a partir de abril, a Flórida planeja proibir refrigerantes, doces e outros itens considerados alimentos não saudáveis e açucarados nos cupons de alimentação. Mudanças no programa que beneficiam famílias carentes dos EUA, visam evitar danos à saúde de adultos e crianças que fazem uso do conhecido vale-alimentação.
Em contrapartida, famílias na Flórida Central reclamam dessa mudança, alegando que a proposta de limitação aos alimentos, tornariam ainda mais difícil alimentar os seus, especialmente para pessoas sem acesso constante a eletrodomésticos para cozinhar.
O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., afirma: “Trata-se de nutrição, e não há nutrição nesses produtos. Não deveríamos estar pagando por esses itens com o dinheiro do contribuinte”, ressaltou. As mudanças fazem parte da iniciativa federal “Make America Healthy Again”, que visa combater a obesidade em todo o país.
Destiny Perez-Prado, uma mãe do Condado de Orange que usa os benefícios do “SNAP”, diz que a proposta parece um controle desnecessário. “Da mesma forma que não dizemos a ninguém como gastar seu salário, não acho que devamos ser controlados sobre o que devemos comer”, disse ela.
De acordo com uma análise da “Associação Nacional de Supermercados” (National Grocers Association) e outros grupos comerciais do setor, os limites propostos para o “SNAP” podem custar aos varejistas dos EUA cerca de US$ 1,6 bilhão em custos iniciais, além de uma estimativa de perdas de US$ 759 milhões por ano daqui para frente.








