Vai viajar com os netos? Saiba quais documentos levar se o sobrenome for diferente

Avó brasileira com netos no aeroporto americano segurando passaportes e documentos de viagem

Imagine a cena: você está no portão de embarque do aeroporto, super animado para aquela viagem de férias tão esperada. De repente, um agente de imigração te chama de lado, na frente dos seus netos, e pergunta se você tem autorização legal para viajar com eles. As crianças ficam confusas, sem entender o motivo do interrogatório. O motivo? O seu sobrenome não bate com o deles nos documentos. Para o agente, isso acende um alerta vermelho.

Essa situação é mais comum do que se imagina. Os agentes de fronteira têm o dever de verificar se toda criança está viajando em segurança e com o consentimento adequado dos pais. Quando os sobrenomes não batem, eles precisam descartar qualquer possibilidade de sequestro ou tráfico infantil. É o protocolo deles, mas para as crianças, pode parecer que você está sendo acusado de algo ruim.

A boa notícia é que a diferença entre uma passagem pela fronteira que assusta as crianças e uma que flui tranquilamente não é sorte, é preparação. Quando o agente vê que você está organizado e com a documentação certa, o interrogatório dá lugar a um simples “podem passar”. Seus netos percebem que você sabe o que está fazendo, sentem-se seguros e prontos para a aventura.


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Para garantir que a sua próxima viagem em família seja livre de estresse, existe um conjunto de documentos que você deve sempre levar quando viajar com crianças que têm um sobrenome diferente do seu. A primeira coisa é ter a certidão de nascimento original ou uma cópia autenticada. Ela é a prova de quem são os pais da criança.

Além disso, leve documentos que expliquem a diferença de sobrenomes. Se você casou novamente, leve a certidão de casamento. Se for o caso, leve também a certidão de divórcio ou os papéis de adoção. Se a guarda for complicada, uma cópia da ordem judicial é muito importante.

Um dos documentos mais importantes, no entanto, é a carta de consentimento com firma reconhecida (notarized consent letter) assinada pelos pais ausentes. Essa carta deve dizer claramente que eles autorizam a criança a viajar com você para aquele destino específico e nas datas da viagem. Por fim, não esqueça do seu próprio documento de identidade emitido pelo governo e o contato dos pais, caso o agente precise ligar para confirmar alguma informação.

Reunir esses papéis pode dar um pouquinho de trabalho antes da viagem, mas a tranquilidade de passar pela imigração sem dor de cabeça compensa cada minuto investido. Assim, o foco da viagem será apenas criar boas lembranças com a família.

Autor

  • Redação

    Time de editores e jornalistas do Jornal Nossa Gente - Brazilian Newspaper.



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