Tratamento estético malfeito termina com brasileira presa em Orlando

Um procedimento estético para redução de papada terminou em caso policial na região de Orlando. Uma mulher foi presa após realizar um tratamento não autorizado que resultou em complicações graves para a cliente. Segundo as autoridades, o procedimento foi realizado sem licença profissional e em condições inadequadas.

Gabriela Magalhães Pereira enfrenta 20 acusações relacionadas a esse procedimento, de acordo com documentos judiciais. Ela trabalhava na “Tonya Beauty”, localizada na Park Center Drive, 1515 – Sala 2-1-1 -, e, supostamente, teria realizado um tratamento com endolaser no queixo de uma cliente, resultando em queimaduras.

De acordo com o relatório policial, a vítima sofreu inchaço extremo, dor intensa e sinais de infecção logo após a aplicação do produto. Ao procurar atendimento médico, descobriu que o procedimento envolvia substâncias não aprovadas e que poderiam causar riscos permanentes à saúde. A paciente precisou de intervenção hospitalar para conter os danos.


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As investigações apontam que a mulher responsável pelo tratamento operava de forma clandestina, oferecendo serviços estéticos em redes sociais a preços abaixo do mercado. No momento da prisão, foram encontrados diversos frascos sem rotulagem adequada, seringas e produtos químicos de origem desconhecida.

Após ser detida, a suspeita teve o passaporte apreendido e pagou uma fiança de US$ 29 mil para deixar a prisão. Ela continua respondendo ao processo em liberdade, classificado como felony criminal, e deverá comparecer ao julgamento nos próximos meses.

Especialistas alertam que procedimentos como esse devem ser realizados apenas por profissionais qualificados e em clínicas regulamentadas. A busca por preços mais baixos pode resultar em consequências graves, incluindo deformidades e risco à vida. Autoridades reforçam a importância de verificar credenciais e registros antes de qualquer intervenção estética.

O caso reacende o debate sobre a fiscalização de serviços estéticos e a necessidade de campanhas de conscientização para evitar tragédias semelhantes.

Autor

  • Thiago Acquaviva

    Profissional com 15 anos de experiência em web design, design digital, gráfico, social media e marketing. Formado em Sistemas de Informação e pós graduado em Comunicação e Mídias Digitais.



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