
Com o fim de setembro, a temporada de furacões no Atlântico começa a perder força, mas os próximos dois meses ainda podem trazer surpresas. Até agora, foram registradas nove tempestades nomeadas, quatro delas se tornaram furacões e três chegaram à categoria de grandes furacões.
O mais intenso foi o Furacão Erin, que atingiu a categoria 5 em agosto, permanecendo no mar, mas provocando inundações costeiras e erosão da Carolina do Sul até a Nova Inglaterra. Apesar de nunca ter tocado o solo, foi a tempestade mais cara do ano nos EUA.
A única tempestade que chegou a fazer landfall no território americano foi a Tempestade Tropical Chantal, em julho, que perdeu força rapidamente sobre as Carolinas.
Segundo o Centro Nacional de Furacões, outubro e novembro costumam registrar em média quatro novas tempestades, mas a maioria tende a ser desviada para o oceano por frentes frias. A Flórida, porém, segue como exceção, já que sistemas vindos do Caribe e do Golfo ainda podem atingir o estado até o final de novembro.
Eventos históricos mostram os riscos: o Furacão Kate atingiu o Panhandle da Flórida em 21 de novembro de 1985, e Mitch, em 1998, devastou a América Central após se formar no fim de outubro, causando cerca de 12 mil mortes.








