
Com a paralisação do governo federal, companhias aéreas dos EUA se mobilizam na ajuda aos controladores de tráfego aéreo e outros funcionários federais que continuam trabalhando sem receber salário
Da Redação – Um grande impasse entre as principais companhias aéreas dos EUA que se mobilizam para apoiar os controladores de tráfego aéreo e outros funcionários federais que continuam trabalhando sem receber salário em meio à paralisação do governo federal. Cerca de 13.000 controladores de voos e 50.000 agentes da “Administração de Segurança de Transporte (TSA)” são considerados essenciais e devem permanecer em seus postos de trabalho mesmo com seus pagamentos suspenso.
A paralisação, que começou em 1º de outubro, já dura semanas sem previsão de resolução. Enquanto isso, as principais companhias aéreas disseram que estão trabalhando para minimizar atrasos e oferecer assistência aos funcionários federais afetados.
Os locais incluem o “Aeroporto Internacional de Dallas Fort Worth”, no Texas, o “Aeroporto Internacional da Filadélfia”, na Pensilvânia, o “Aeroporto Internacional John F. Kennedy” e o “Aeroporto LaGuardia”, em Nova York. Também o “Aeroporto Internacional de Los Angeles”, na Califórnia, e o “Aeroporto Internacional de Miami”, na Flórida, entre outros, disse o porta-voz.
A “Southwest Airlines” disse que está fazendo “o possível” para minimizar as interrupções de voos, embora o controle final do sistema de tráfego aéreo seja da “Administração Federal de Aviação (FAA).”
Um porta-voz da “United Airlines” disse que a empresa está doando refeições para funcionários federais, incluindo controladores de tráfego aéreo, em meio à paralisação do governo. Outras companhias aéreas que estão fornecendo refeições incluem a “Delta Air Lines” e a “JetBlue.”
“A falta de pagamento dos funcionários federais encarregados de facilitar o tráfego aéreo nacional de forma segura e eficiente aumenta desnecessariamente o estresse dos milhares de controladores de tráfego aéreo, agentes da TSA e funcionários da CBP que trabalham todos os dias para manter a aviação segura”, disse a “Airlines for America” na declaração.
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