Sean ‘Diddy’ Combs, após polêmica, é condenado a quatro anos de prisão

Diddy foi absolvido das acusações de tráfico sexual e extorsão que poderiam tê-lo colocado atrás das grades por toda a vida. O magnata do hip-hop foi condenado na sexta-feira (3) a quatro anos e dois meses de prisão – julgamento de quase dois meses

Da Redação – Para quem esperava que o rapper e empresário Sean “Diddy” Combs fosse pegar sentença máxima pelos crimes que cometeu, de abuso sexual, envolvimento com drogas, entre outras irregularidades, se surpreendeu: ele foi condenado na sexta-feira (3) a quatro anos e dois meses de prisão.

O processo criminal federal que expôs o uso de prostitutas pagas pelo magnata do hip-hop para festas sexuais movidas a drogas, às vezes violentas, “foi moderado”, na opinião de algumas de suas vítimas. Combs, de 55 anos, foi condenado em julho por transportar pessoas pelo país, incluindo suas namoradas e profissionais do sexo, para encontros sexuais.


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Ele foi absolvido das acusações de tráfico sexual e extorsão que poderiam tê-lo colocado atrás das grades por toda a vida, mas a sentença, no entanto, manterá um dos maiores nomes da música longe dos holofotes e atrás das grades pelos próximos anos. Os promotores buscavam uma sentença de 11 anos.

Em uma última palavra antes de o juiz proferir a sentença, Combs chamou seu comportamento passado de “repugnante, vergonhoso” e “doentio”, enquanto se desculpava com as pessoas que machucou física e mentalmente, bem como com seus filhos na plateia. Ele disse que seus atos de violência doméstica são um fardo que carregará pelo resto da vida.

Os advogados de defesa argumentaram que os encontros sexuais foram consensuais e queriam que o produtor fosse liberto imediatamente após mais de um ano de detenção, o que o forçou a ficar sóbrio e alimentou seu remorso. Eles exibiram um vídeo de 11 minutos no tribunal na sexta-feira, retratando a vida familiar, a carreira e a filantropia de Combs antes de sua prisão.

Seu julgamento de quase dois meses em um tribunal federal em Manhattan contou com depoimentos de mulheres que disseram que Combs as espancou, ameaçou, abusou sexualmente e chantageou. A promotora Christy Slavik disse ao juiz que poupar o músico de uma pena de prisão grave justificaria anos de violência.

Slavik também o criticou por supostamente ter agendado uma palestra no sul da Flórida na próxima semana, chamando-a de “o cúmulo da arrogância”. O advogado de defesa Xavier Donaldson disse posteriormente que os eventos comunitários propostos tinham como objetivo mostrar o que o magnata dos negócios poderia fazer “se o tribunal libertasse o Sr. Combs.”

O juiz distrital dos EUA Arun Subramanian, que negou fiança duas vezes, já sinalizou que é improvável que Combs deixe a custódia em breve. Ele disse que as absolvições não absolveram o magnata da música de conduta subjacente, incluindo violência e coerção.

Suas filhas, Chance e D’Lila Combs, choraram dizendo que temia perder o pai após a morte de sua mãe, Kim Porter, em 2018. Seis dos sete filhos de Combs pediram clemência ao juiz. Do lado de fora do tribunal, jornalistas e curiosos lotavam as calçadas enquanto equipes de TV formavam uma longa fila do outro lado da rua, reproduzindo cenas do julgamento de Combs.

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