Medida preventiva visa conter a propagação do vírus após morte de mais de 30 aves, incluindo cisnes símbolo do parque. Em vigor desde 18 de março, impede visitantes de alimentar cisnes e outras aves
A cidade de Orlando proibiu a alimentação de aves no Lago Eola, um dos principais pontos turísticos do centro, após um surto de gripe aviária que matou dezenas de animais nos últimos meses. A medida, em vigor desde 18 de março, impede visitantes de alimentar cisnes e outras aves, além de incluir a retirada de alimentadores públicos. O objetivo é reduzir a aglomeração de animais e conter a propagação do vírus.
De acordo com autoridades locais, a decisão busca proteger a saúde das aves e incentivar uma dieta mais natural, além de prevenir novos surtos. Apesar da recente diminuição dos casos, a prefeitura manteve a restrição como medida de precaução.
O surto, registrado entre o fim de 2025 e o início de 2026, resultou na morte de mais de 30 aves, incluindo pelo menos 26 cisnes — símbolo do parque.
Placas foram instaladas no local para orientar o público a evitar contato com os animais e manter distância. Ainda assim, a decisão gerou preocupação entre visitantes e voluntários, que temem impactos no cuidado e na alimentação das aves.
A prefeitura informou que os cisnes continuarão sendo alimentados por meio de sistemas controlados e que novos protocolos de manejo estão em desenvolvimento.







