Procuradoria dos Estados Unidos, Distrito Médio da Flórida
Tampa, Flórida – Gilmar Pereira Da Silva Jr. foi condenado pela juíza federal Katherine K. Mizelle a 37 meses de prisão federal por apresentar uma declaração falsa de imposto de renda. O tribunal também determinou que Pereira Da Silva pague US$ 103.646 em restituição ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, valor relacionado a formulários falsos do IRS, modelo 1040, apresentados por ele nos anos fiscais de 2019 e 2020. Pereira Da Silva declarou-se culpado em 9 de fevereiro de 2026. O anúncio foi feito pelo procurador dos Estados Unidos Gregory W. Kehoe.
Declaração falsa referente ao ano fiscal de 2021
De acordo com documentos judiciais, Pereira Da Silva apresentou ao IRS uma declaração falsa de imposto de renda, Formulário 1040, referente ao ano fiscal de 2021. Nela, ele solicitou uma restituição de impostos no valor de US$ 3.413.844, com base em créditos fiscais de combustível falsos e fictícios aos quais não tinha direito. A declaração de 2021 não chegou a ser processada pelo IRS.
Declarações falsas de 2019 e 2020
Anteriormente, Pereira Da Silva também havia apresentado declarações falsas, Formulários 1040, referentes aos anos fiscais de 2019 e 2020, solicitando restituições de aproximadamente US$ 20.699, em 2019, e US$ 82.947, em 2020. Esses valores foram, em grande parte, baseados em créditos fiscais de combustível falsos e fictícios. As declarações falsas de 2019 e 2020 foram processadas pelo IRS, e as restituições resultantes foram depositadas em contas controladas por Pereira Da Silva.
Criação da Divisão Nacional de Combate a Fraudes
Em 7 de abril, o Departamento de Justiça anunciou a criação da Divisão Nacional de Combate a Fraudes. A principal missão da divisão é investigar e processar, de forma rigorosa, pessoas que roubam ou fazem uso fraudulento de recursos dos contribuintes. Os esforços do Departamento de Justiça no combate a fraudes apoiam a Força-Tarefa do presidente Trump para Eliminar Fraudes, uma iniciativa de todo o governo, presidida pelo vice-presidente J.D. Vance, voltada a eliminar fraudes, desperdícios e abusos em programas federais de benefícios.
Investigação do caso
O caso foi investigado pela Divisão de Investigação Criminal do Internal Revenue Service, IRS. A acusação foi conduzida pelo procurador federal assistente Jay G. Trezevant.







