
FOTO: Divulgação Twitter/X.
Milhares de pessoas se reuniram no State Farm Stadium, em Glendale, Arizona, para o funeral de Charlie Kirk, fundador do Turning Point USA, assassinado 11 dias antes em Utah. O evento contou com discursos de peso, incluindo o do ex-presidente Donald Trump, que chamou Kirk de “mártir da liberdade americana” e destacou seu papel como voz influente para jovens conservadores.
Entre as autoridades presentes estavam o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, além de líderes como Tulsi Gabbard e Pete Hegseth. Todos exaltaram Kirk como um “guerreiro pela verdade, liberdade, país e fé em Cristo”.
O momento mais emocionante veio com Erika Kirk, viúva do ativista, que recebeu aplausos de pé ao compartilhar lembranças pessoais e a dor de perder o marido. Em lágrimas, ela relatou a cena no hospital e disse que, mesmo na morte, ainda via nele o homem que amava.
Trump lembrou que Kirk era incansável e “sempre dava mais do que recebia”, chegando a convencê-lo a participar de eventos em diferentes estados de última hora. Para o ex-presidente, Kirk tinha uma energia contagiante que o tornava impossível de ignorar.
A cerimônia reforçou o peso cultural e político de Kirk, cuja trajetória será lembrada como símbolo do conservadorismo moderno nos Estados Unidos.








