Comunicado dos EUA sobre venda de munição à Ucrânia tem aprovação de Biden

Anúncio do “Departamento de Estado” sobre venda de munição à Ucrânia tem aprovação de Biden

O “Departamento de Estado norte-americano” em divulgação de emergência informou venda de munição à Ucrânia, no valor de US$ 165 milhões, com aprovação do governo de Joe Biden

Da Redação

Em declaração de emergência o “Departamento de Estado norte-americano” informou na segunda-feira (25) que o governo do presidente Joe Biden aprovou uma potencial venda no valor de US$ 165 milhões em munição à Ucrânia para ajudar o país a se defender contra a invasão russa, confirmou o Pentágono.

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu para comprar vários cartuchos da chamada munição fora do padrão, disse o departamento em comunicado, referindo-se a munições que não aderem aos padrões da “Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).”

O Pentágono ressaltou que o pacote pode incluir munição de artilharia para obuses, tanques e lançadores de granadas, como cartuchos de 152 mm para 2A36 Giatsint; 152 mm para canhões D-20; VOG-17 para lançador automático de granadas AGS-17; munição HE de 125 mm para cartuchos T-72 e 152 mm para 2A65 Msta.

 “À medida que as forças ucranianas gastam munição para defender seu país, suas necessidades diárias de reabastecimento continuam aumentando”, disse uma autoridade do “Departamento de Estado”.

“Armazenamentos criticamente baixos de munição para seus sistemas em campo” estão entre as razões pelas quais a autoridade do ‘Departamento de Estado’ disse que “existe uma emergência”.

Uma declaração de emergência não é usada desde 2019, quando o governo Donald Trump informou aos comitês do Congresso que avançaria com 22 vendas militares para Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.

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