Comida e Humor

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ABR/16 – pág. 38

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Todos associam emoções à comida. Vejamos: quando queremos celebrar algo (Thanksgiving, por exemplo) ou oferecer conforto a alguém, preparamos um belo jantar e convidamos os familiares e os amigos mais íntimos. Comer emocionalmente é quando ingerimos algo porque sentimos determinadas emoções, como a ansiedade. Conscientemente ou não, usamos a comida para suprir parte dessa emoção. O nosso cérebro responde quimicamente ao que comemos e cria-nos um prazer temporário, que passará a associar a comida a certas circunstâncias, o que pode tornar-se um problema crônico.


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Vivemos em um país onde a obesidade é a causa principal das doenças do coração e diabetes. Deixamos que nossos filhos comam comidas pouco nutritivas e com alto valor calórico, bem como quantidades exageradas, o que os levam a ser a primeira geração a ter diabetes antes dos pais. Muitos dos meus clientes queixam-se de que, à noite, quando se sentem nervosos ou sozinhos, comem desnecessariamente e em quantidades exageradas, sem se dar conta de quais emoções querem velar. Como qualquer vício, comer assim é um comportamento impulsivo, excessivo e compulsivo.

De acordo com dados fornecidos pela Organização Nacional sobre Transtornos Alimentares (cujo encontro será este ano, de 15 a 17 de junho, em Las Vegas), entre 7 e 17% das pessoas que começam tratamento para se livrar de um vício possuem também um transtorno alimentar, embora apenas metade aborde o tema durante seu tratamento.

A seguir, algumas sugestões contra este mau hábito – usar a comida como muleta emocional no lugar de nutrição:

  • coma quando tiver fome, não porque não tem mais o que fazer ou quer esconder uma emoção;
  • habitue-se a esperar um pouco, até sentir realmente fome, para depois saborear melhor o alimento;
  • ensine seus filhos a comer devagar e pequenas porções, sentindo no paladar os diversos sabores;
  • varie os alimentos e explore diferentes maneiras de cozinhar e experimente novas especiarias;
  • limite ou elimine comidas processadas, frituras e doces;
  • beba muita água. Muitas vezes, sente-se sede e não fome;
  • use um diário para expressar seus sentimentos;
  • exercite-se, especialmente quanto não tiver fome, mas sente necessidade de comer;
  • faça ioga e medite regularmente;
  • compartilhe sua luta e seus objetivos com pessoas que o compreendam;
  • visite Overeaters Anonymous (ou glutões anônimos), grupo de apoio a pessoas com compulsão alimentar, ou seja, comer demais, ficar sem comer, ou bulimia (comer e vomitar). Para encontrar um grupo local, visite: https://oa.org/find-a-meeting/;
  • nunca desista!

Telefone ou envie um e-mail se precisar do meu apoio. Para mais dicas e recomendações, permitam-me recomendar os meus dois e-books e vídeo, respectivamente: “Autoestima e Relacionamentos – Segredos Essenciais”; “Autoestima – Ferramentas Indispensáveis e Segredos Saborosos para um Bem-Estar Físico e Mental”, (http://www.ortigao.com/EbooksandVideos.en.html).


Rosario Ortigao, LMHC, MAC
Conselheira de Saúde Mental
407 628-1009
rosario@ortigao.com

 



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