
O Centro Nacional de Furacões (NHC) está acompanhando de perto uma onda tropical ao largo da costa oeste da África. Essa área de tempestades tem agora 30% de chance de desenvolvimento em 48 horas, mas esse percentual sobe para 80% ao longo da próxima semana, sinalizando a possível formação de uma depressão tropical entre a metade e o final desta semana.
Por enquanto, o sistema ainda exibe características desorganizadas, com tempestades esparsas, e seu progresso inicial está sendo retardado pelo ar seco e estável característico da região tropical agora. A previsão indica que ele se desloca para oeste-noroeste a noroeste a uma velocidade de 10 a 15 mph (≈ 16–24 km/h), mantendo-se sobre águas abertas do Atlântico.
Apesar do valor estatístico do dia 10 de setembro marcar o ápice da temporada de furacões, o Atlântico permanece surpreendentemente calmo — um contraste com os anos anteriores. Especialistas lembram que só é necessário que uma tempestade se forme para causar grandes impactos, e alertam que essa calmaria não significa segurança total.
Quanto às possíveis trajetórias, ainda é cedo para afirmar se o sistema afetará os EUA ou a Flórida. Modelos iniciais indicam que ele deve seguir para o norte, longe da costa leste, mas a situação ainda exige acompanhamento detalhado nos próximos dias.








