
A medida seria em resposta às crescentes reivindicações de moradores de Cocoa Beach sobre barulho, problemas de estacionamento e outros distúrbios, provocados por inquilinos temporários em casas de aluguel
Da Redação – Em virtude das constantes reclamações de moradores da cidade de Cocoa Beach, incomodados com os barulhentos inquilinos temporários, de casas de aluguel, autoridades locais têm como alternativa, autorizar o aumento de aluguéis de curto prazo. A medida seria em resposta às crescentes reivindicações dos moradores sobre barulho, problemas de estacionamento e outros distúrbios.
Na quinta-feira (6), houve uma reunião entre os membros da Comissão de Cocoa, quando foi discutido o aumento das taxas de inscrição e registro para casas unifamiliares usadas como aluguéis de curto prazo de aproximadamente US$ 500 a US$ 2.500.
Wayne Carragino, integrante da Comissão, disse que a receita adicional – aumento do aluguel para casas de temporada –, ajudaria a financiar serviços de bombeiros e polícia, fiscalização de códigos e outros recursos da cidade sobrecarregados por essas propriedades.
Repercutiu a reclamação de moradores, insatisfeitos com o fluxo de moradores temporários, que causam incômodos, “sem precedentes”. Disse que, “alguns dos problemas são casas de festa, barulho, pular de telhados e problemas de estacionamento”, enfatizou Carragino na reunião.
Ele acrescentou que os aluguéis de curto prazo – que somam cerca de 200 dentro dos limites da cidade –, operam como empresas em bairros residenciais, impactando a comunidade.
Embora alguns proprietários se oponham ao aumento de taxa proposto, argumentando que proprietários responsáveis não devem ser penalizados pelas ações de alguns, Carragino afirmou que a cidade deve aplicar os regulamentos igualmente.
“Assim como qualquer outra pessoa na cidade, você entra e abre um bar, abre um salão de beleza, abre uma pizzaria – você está administrando um negócio. Não há diferença. Eles estão administrando um negócio. No meio de nossas áreas residenciais”, finalizou.
A Comissão finalmente decidiu adiar a discussão até 20 de fevereiro, quando os funcionários revisarão um relatório detalhado de despesas sobre como a receita adicional seria alocada.
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