Trump coloca em risco aliança comercial entre a ‘Delta’ e ‘Aeromexico’

México é o principal destino dos americanos, com mais de 40 milhões de passageiros voando para o país. No sábado (19), Donald Trump impôs novas restrições aos voos do México e ameaçou encerrar parceria entre “Delta” e “Aeromexico”

Da Redação – Mais um episódio de tensão nas medidas de Donald Trump, ocorreu no sábado (19), quando o presidente impôs novas restrições aos voos do México e ameaçou encerrar uma parceria de longa data entre a “Delta Air Lines” e a “Aeromexico”. Segundo o republicano, é em resposta aos limites impostos pelo governo mexicano aos voos de passageiros e de carga para a Cidade do México. A decisão causou apreensão entre os passageiros em solo americano.

O secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, disse que as ações do México para forçar as companhias aéreas a se mudarem do principal “Aeroporto Internacional Benito Juárez” para o novo “Aeroporto Internacional Felipe Ángeles”, a mais de 48 quilômetros de distância, violaram um acordo comercial entre os dois países e deram às companhias aéreas nacionais uma vantagem injusta.


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O México é o principal destino estrangeiro para os americanos, com mais de 40 milhões de passageiros voando para o México no ano passado. Disse o secretário que o ex-presidente Joe Biden e Pete Buttigieg permitiram deliberadamente que o México violasse nosso acordo bilateral de aviação. “América em Primeiro Lugar significa lutar pelo princípio fundamental da justiça”, ressaltou.

Desde o início do ano passado, a “Delta” e a “Aeromexico” lutam contra os esforços do “Departamento de Transportes” para encerrar sua parceria, que começou em 2016. As companhias aéreas argumentaram que é injusto puni-las pelas ações do governo mexicano e disseram que cancelar o acordo colocaria em risco quase duas dúzias de rotas e US$ 800 milhões em benefícios para as economias de ambos os países, provenientes de gastos com turismo e empregos.

A proposta provisória do “Departamento de Transportes dos EUA” de retirar sua aprovação da parceria estratégica e pró-competitiva entre ambas companhias aéreas causaria danos significativos aos consumidores que viajam entre os EUA e o México, bem como aos empregos, comunidades e concorrência transfronteiriça dos EUA, relatou a “Delta” em um comunicado.

No entanto, a ordem cancelando a aprovação do acordo pela companhia aérea não entraria em vigor até outubro, e ambas as empresas provavelmente continuarão contestando a decisão.

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