
Trata-se de João Marcelo Mendes Minillo, preso sob a acusação de incêndio criminoso em uma “CVS” do Condado de Osceola, informaram os investigadores do caso. Uma pessoa foi hospitalizada e duas ficaram feridas na ocasião
Da Redação – Após intensa investigação, policiais do Condado de Osceola identificaram o homem que ateou fogo em uma “CVS” na região, conforme documentos judiciais. Trata-se de João Marcelo Mendes Minillo, que foi preso sob a acusação de incêndio criminoso, prejudicando o sistema de atendimento à população local, mobilizando equipe de busca. Na tragédia, uma pessoa foi hospitalizada e duas ficaram feridas.
Os investigadores obtiveram e analisaram vídeos de vigilância de vários estabelecimentos perto da Farmácia CVS, mostrando o suspeito, posteriormente identificado como Minillo, vestindo camiseta e calça pretas, entrando na loja segurando um recipiente vermelho de gasolina.
Os documentos judiciais dizem que ele é visto despejando líquido de um recipiente vermelho de gasolina no corredor da farmácia e em produtos nas prateleiras. Em seguida, Minillo se abaixa e acende presumivelmente o líquido, e é aí que o fogo começa.
Após o incêndio, as evidências apresentadas para teste e análise de DNA incluíam um bico de gasolina – um recipiente de plástico vermelho derretido com fios de cabelo. O cabelo foi recolhido por um funcionário, que o colocou em um envelope para entregar aos policiais.
Segundo a denúncia criminal, um funcionário de uma loja próxima relatou à polícia que uma pessoa chegou em “estado de pânico”, com cheiro de gasolina e cabelo queimado. A pessoa disse ter marcas de queimadura nas mãos e estava perguntando sobre creme para queimaduras.
A pista levou os investigadores à identidade do suspeito, após horas de análise de imagens das câmera corporal de um policial do Condado de Osceola. Nelas, segundo a denúncia, Mendes Minillo dá seu nome ao policial, informa que estava dentro da farmácia e foi ferido no incêndio.
Suas roupas pareciam corresponder à descrição das roupas do suspeito nas imagens de vigilância. As evidências forneceram causa provável de que o homem cometeu o incêndio criminoso, sendo preso sob a acusação de incêndio criminoso.
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