
A CSU (Colorado State University) revisou para baixo sua projeção da temporada de furacões do Atlântico em 2025, reduzindo de 17 para 16 tempestades nomeadas. A mudança tem como base fatores atmosféricos, como o grande cisalhamento de vento previsto para o Caribe, que dificulta o desenvolvimento de tempestades tropicais.
Mesmo com a redução, a projeção continua acima da média histórica: espera-se agora 16 tempestades, 8 furacões e 3 furacões maiores (categoria 3 ou mais), em comparação com a média de 14, 7 e 3, respectivamente. Ou seja, permanece um cenário de temporada potencialmente ativa.
O cisalhamento de vento forte é apontado como a principal razão para o recuo no número de chuvas intensas. Esse fenômeno dispersa a energia dos ciclones em formação, prejudicando sua intensificação – e é um exemplo claro de como pequenas alterações climáticas regionais podem impactar previsões globais.
Analistas afirmam que, mesmo com uma tempestade nomeada a menos, as condições gerais indicam riscos significativos. Os serviços de meteorologia e defesa civil mantêm alerta especialmente para a costa do Golfo e Leste dos EUA, regiões que já figuram como as mais vulneráveis.
A temporada oficialmente vai de 1º de junho a 30 de novembro. Com os fatores de aquecimento dos oceanos e mudança climática em jogo, especialistas recomendam que comunidades costeiras revisem planos de evacuação e fortaleçam a preparação para possíveis tempestades intensas.








