Arma escondida em lanterna surpreende agentes no Aeroporto de Tampa

Faca de quatro polegadas estava camuflada dentro de uma lanterna em formato de taco de beisebol; passageiro foi preso e impedido de embarcar. Mala encaminhada para inspeção

Uma descoberta incomum chamou a atenção dos agentes de segurança no Aeroporto Internacional de Tampa, na Flórida. Durante uma inspeção de rotina, agentes da Administração de Segurança dos Transportes dos Estados Unidos (TSA) encontraram uma faca escondida dentro de uma lanterna com formato de taco de beisebol.

O objeto estava na bagagem de mão de um passageiro e foi identificado quando o agente da TSA Andrew Carter percebeu, através do aparelho de raio-X, que a lanterna apresentava características consideradas suspeitas.


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A mala foi encaminhada para uma inspeção mais detalhada. Segundo a TSA, o supervisor Michael Slaughter percebeu algo escondido sob o revestimento da bagagem. Dentro de um estojo de produtos de higiene estava a pequena lanterna.

Ao girar o cabo do objeto, o agente descobriu o compartimento oculto: uma faca de aproximadamente quatro polegadas, com lâmina de dois gumes, estava integrada ao interior da lanterna.

Diante da descoberta, os agentes acionaram os supervisores da TSA, a administração do aeroporto e a Polícia do Aeroporto de Tampa.

Inicialmente, o passageiro afirmou que não sabia que a faca estava dentro da bagagem. Após a chegada dos policiais, porém, segundo as autoridades, ele teria declarado que havia colocado o objeto sob o revestimento da mala para economizar espaço.

A forma como a faca estava escondida levantou preocupações entre os agentes sobre uma possível tentativa deliberada de ocultar o objeto durante a passagem pelo controle de segurança.

O passageiro foi preso e não teve autorização para seguir viagem. A identidade dele não foi divulgada pelas autoridades.

A TSA lembra que, em determinadas situações, passageiros que levam facas aos pontos de inspeção podem ter a possibilidade de entregar voluntariamente o objeto e continuar a viagem. A decisão, entretanto, depende das circunstâncias de cada caso, das declarações e do comportamento do passageiro, das leis locais e da avaliação dos agentes.

Para Andrew Carter, responsável por identificar a bagagem no raio-X, a descoberta esteve entre as mais incomuns de sua experiência profissional.

A ocorrência reforça a atenção das equipes de segurança dos aeroportos americanos para objetos aparentemente comuns que podem esconder armas ou outros itens proibidos.

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