
Grupo jurídico “Liberty Counsel” critica segmentos de vídeos da “Quarta-feira das Bruxas” exibidos em escolas de ensino médio do Condado de Orange. Consideram promover ‘rituais de bruxaria’, inadequado para “orientar” alunos
Da Redação – Com críticas e pedindo explicações, o grupo jurídico “Liberty Counsel” enviou um comunicado às Escolas Públicas do Condado de Orange, exigindo retratação sobre a série de vídeos denominados, “Quarta-feira das Bruxas”, exibida em estabelecimentos, considerados inapropriados para uma escola de ensino médio local.
O grupo jurídico afirmou que a série é exibida durante os anúncios matinais, no meio da semana, e produzida por alunos que “fornecem “instrução religiosa” sobre feitiços, magia, adoração à lua e outros rituais de bruxaria”.
“O ‘Liberty Counsel’ alertou a escola contra a obrigatoriedade da instrução e informou que os alunos que desejam compartilhar suas crenças cristãs da mesma maneira não podem ser impedidos por lei”, diz o comunicado.
Embora não tenha identificada a escola em seu comunicado, o grupo forneceu um trecho de um desses segmentos de vídeo da “Quarta-feira das Bruxas”. O primeiro episódio mostra os seguintes “ensinamentos”: “Esta fase convida à introspecção e ao estabelecimento de intenções. Coisas simples para honrar esta fase podem ser escrever suas intenções e enterrá-las, ou simplesmente meditar para uma redefinição energética e cura…”
“Há uma lua cheia chegando, quando a energia está em seu pico mais alto. Criar coisas simples como água da lua e rituais de liberação são boas maneiras de se purificar e se recarregar durante este um feitiço para iluminação que chamo de “Luz da Visão”, seguem as instruções.
Assim, o “Conselho da Liberdade” está solicitando ao distrito as duas confirmações: que todos os alunos e funcionários que desejarem optar por não ouvir os futuros episódios possam fazê-lo; outros alunos que desejarem compartilhar suas crenças cristãs possam fazê-lo de maneira semelhante ao segmento da ‘Quarta-feira das Bruxas’;
“A Primeira Emenda não permite que escolas públicas exijam essa instrução, nem a escola pode negar pontos de vista divergentes após abrir seu fórum de anúncios matinais para a expressão dos alunos”, alerta o grupo jurídico. Informa ainda que solicitou uma resposta por escrito do Distrito até 30 de setembro.
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