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Trump ameaça China, enfurece Europa e assusta Wall Street com nova crise

A nova rodada de tarifas anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump mergulhou os mercados globais em caos nesta segunda-feira (7), fazendo o índice Dow Jones despencar até 1.700 pontos em um único momento. Embora tenha havido uma recuperação parcial durante o dia, o clima de incerteza dominou Wall Street, e bolsas em todo o mundo, como a de Hong Kong, tiveram quedas históricas.
Trump anunciou que as novas tarifas começam a ser aplicadas na quarta-feira (9), dando início a um novo ciclo de incertezas na economia global. Ele ainda ameaçou impor uma tarifa adicional de 50% sobre a China caso o país não recue das suas medidas retaliatórias até amanhã. Em suas redes sociais, Trump justificou as ações como parte de um plano para estabelecer “parâmetros duros, mas justos” com países que, segundo ele, tratam os EUA de forma desigual.
O impacto não ficou restrito aos EUA. Na Alemanha, o ministro da Economia classificou as tarifas como “um absurdo”, enquanto a Indonésia anunciou que não retaliará e buscará uma saída diplomática. Já Hong Kong enfrentou sua maior queda desde 1997, com um tombo de 13,2%, e classificou as medidas norte-americanas como “intimidação irracional”.
Mesmo aliados estratégicos foram afetados. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi a Washington para tentar convencer Trump a reverter a tarifa de 17% imposta a produtos israelenses. Israel, como gesto de boa vontade, zerou as tarifas sobre produtos norte-americanos.
Enquanto isso, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, alertou em carta aos acionistas que as tarifas devem elevar a inflação e desacelerar o crescimento dos EUA, além de encarecer produtos domésticos e importados.