Thanksgiving

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NOV/13 – pág. 74

O Dia de Ação de Graças não é uma celebração exclusiva dos americanos e canadenses. Muitos povos, em todo o mundo, celebram essa data que tem por objetivo agradecer a Deus pela fartura de alimentos.

Os antigos gregos, no outono, realizavam um festival de três dias em honra a Deméter, Deusa do milho e cereais. Os romanos tinham uma celebração semelhante, quando reverenciavam Ceres, Deusa dos grãos, por isso, o nome “cereal”. Nessas comemorações, havia música, paradas e jogos. E essa já seria a origem das modernas comemorações. O símbolo mais marcante de todas essas comemorações é a cornucópia, apresentada com frutas, grãos e flores, representando a fartura.

Na China, na época da colheita, acontece uma celebração à Lua, e os bolos típicos são os “bolos da Lua”. Os judeus celebram o “sukkot”, tradição de 3.000 anos. Suas celebrações prolongam-se por 8 dias. Os antigos Egípcios tinham um festival em honra a “Min”, Deus da vegetação e da fertilidade. Desfiles e paradas com música faziam parte dessas comemorações. Nas Ilhas Britânicas, durante o festival chamado “Lammas Day”, as pessoas vão às igrejas e levam pão, pois o trigo é considerado o primeiro alimento, abençoado e levado para casa com a finalidade de garantir o trigo e os demais alimentos para todo o ano.

Enfim, o sentido dessas comemorações é agradecer pela fartura de alimentos para o ano inteiro, diferente das festas religiosas, como o Natal. Uma das características dessas reuniões é a vinda de familiares que moram em outras cidades e que se reúnem para uma ceia nessa data.

Nos Estados Unidos, o Thanksgiving Day é comemorado na quarta quinta-feira de novembro, data instituída por Abraham Lincoln em 1863. Os componentes do jantar são o peru, a abóbora, a batata doce e outros vegetais, tipo vagem, couve-de-bruxelas, milho verde e outros. Esses ingredientes, básicos no jantar mais importante do calendário festivo americano, são os mesmos ingredientes de há 390 anos.

Receitas:

Cleide Rotondo
cleide@nossagente.net