Setembro: mês da conscientização sobre seguro de vida

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SET/13 – pág. 28

happy-familyO mês de setembro é marcado pelas comemorações da conscientização da importância do Seguro de Vida em cada lar (Life Insurance Awarness Month – LIAM). Este ano, celebramos o 10 º aniversário, esforçando-nos a sensibilizar os consumidores e produtores sobre a necessidade de seguro de vida. Com menor orçamento mensal disponível, as famílias de baixa renda têm de tomar decisões difíceis para determinar suas prioridades financeiras. Infelizmente, o seguro de vida não está no topo da lista. No entanto, na América, muitas famílias não conseguem sobreviver um mês sem o salário do chefe de família ou de um dos cônjuges.

Exatamente por isso, especialistas afirmam que, mais do que nunca, é vital que os consumidores protejam sua segurança financeira. O seguro de vida dá esse tipo de proteção para os americanos há mais de 200 anos.

Seguro de Propriedade / Cobertura de vida permanece baixa:

  • 30% dos lares americanos não têm nenhum tipo de seguro de vida. Dos que possuem, apenas 44% têm seguro de vida – adquiridos individualmente, o restante é vinculado ao emprego ou entidades;
  • 50% dos lares americanos (58 milhões) afirmam que precisam de mais seguro de vida;
  • a quantidade média de cobertura por adulto, nos EUA, reduziu de $167.000 para $ 30.000 em 2004;
  • 4 em cada 10 famílias, com crianças menores de 18 anos e formadas pela figura materna como única ou a principal fonte de renda, têm seguro de vida. No entanto, essa cobertura equivale a 60% da cobertura que os homens possuem.

Prioridades financeiras que competem com seguro de vida:

  • “despesas diárias”, tais como custos de energia, alimentos, roupas e transporte, citadas por mais da metade dos consumidores pesquisados como inibidores para investir em objetivos financeiros;
  • quando inquiridos sobre as questões financeiras, “o dinheiro para uma aposentadoria confortável” foi a resposta da maioria de 67% dos consumidores. No entanto, há a referência à cobertura de um seguro que aborda morte prematura;
  • despesas para funeral e deixar situação estável para os dependentes foram registrados como prioridades para menos de 40% dos consumidores entrevistados;
  • dos consumidores que acreditam que precisam de seguro de vida, 86% afirmam não tê-lo comprado porque acham que deve ser muito caro;
  • os consumidores de renda média estão mais preocupados com a redução da dívida e com mais dinheiro disponível para a aposentadoria do que outros grupos pesquisados.

Fatos Sobre o Seguro de Vida em 2013
Com o rendimento disponível menor, as famílias têm de decidir quais são as prioridades financeiras. Infelizmente, seguro de vida não está no topo da lista.

Consciência do Seguro de Vida – Uma visão do futuro

Ao longo dos próximos 20 anos, os hispânicos e brasileiros devem crescer três vezes mais do que qualquer outro grupo étnico – nos EUA – em termos de seguro de vida. Quase metade dos hispânicos entrevistados disse que se preocupa com a proteção financeira no caso de morte inesperada (em comparação a 37% da população em geral, citando esta como uma das principais preocupações). Outra minoria étnica americana, a população de descendência afro-americana, une-se para fortalecer essa semente junto a sua comunidade. Mesmo em épocas mais difíceis, desviar a pequena quantia de $15.00 ou $20.00 mensais pode garantir a seus filhos a certeza de estabilidade financeira para que eles possam estudar e persistir no seu caminho com vida digna sem passar por humilhações ou coletas comunitárias/igrejas – pelo menos para conseguir o dinheiro do funeral.

Todos esses fatos são mostrados em vários estudos sobre os consumidores de seguros de vida da LIMRA.

Monica Camargo de Franchi Souza
mcfranchisou@ft.newyorklife.com
407-276-6107