Redução de bagagens gera indignação de brasileiros da classe econômica nos EUA

Passageiro da classe econômica em voos internacionais tem direito a apenas uma mala, motivo de indignação

Com as novas regras das companhias aéreas, o passageiro da classe econômica em voos internacionais para os EUA tem direito a apenas uma mala com 23 kg, o que causa descontentamento. O excesso pode gerar um alto custo, o que leva o viajante brasileiro a reclamar na hora do check-in

Da Redação – Cada vez mais, as companhias aéreas reduzem o peso da bagagem e restringem o direito à apenas uma mala em voos internacionais, o que tem gerado transtornos nos aeroportos dos EUA. Os passageiros que voam na classe econômica são aos mais lesados, pois além de viajarem em espaço minúsculo entre as poltronas – apertadíssimo –, agora se deparam com a redução de mala – direito a uma mala com até 23 quilos e o desembolso de U$ 65,00 para uma segunda bagagem. “Isso é um assalto ao passageiro”, disse uma senhora indignada, no “Aeroporto Internacional John Kennedy”, em Nova York, que precisou pagar U$ 200,00 para levar uma terceira mala.

O passageiro ao chegar ao aeroporto pode se deparar com um atendimento lento, devido à falta de pessoal de terra para dar suporte aos voos. Em determinados embarques, quando ocorrem atrasos e até mesmo cancelamentos, o viajante fica à mercê de longas horas de espera no saguão de embarque, aguardando sinal verde para voar. E haja paciência nessa hora! O bate-boca não vai resolver.

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Mas o caos na questão de bagagens virou um caso sério. E se você vai embarcar na classe econômica – exceto Premium ou primeira classe –, terá que levar apenas uma bagagem com o peso exigido pela companhia érea. E se passar apenas um quilo na pesagem, por exemplo, pode preparar o bolso que será cobrado o peso extra. Melhor, no caso, levar uma segunda mala e pagar os U$ 65,00, fica mais barato.

Para privilegiados

Na verdade, voar hoje se tornou um artigo de luxo – para os privilegiados – , pois as passagens de voos internacionais chegam a custar hoje até R$ 9.505,00 para os EUA – o destino preferido dos brasileiros. Imagine o custo de uma viagem em família, incluindo hospedagem e alimentação.

Mas o surpreendente é que os voos que saem de São Paulo ou Rio de Janeiro rumo aos EUA estão sempre lotados. E a disputa para se conseguir um assento não tem sido tarefa fácil para os agentes de viagens. O que se alega é que, com a pandemia, que interrompeu voos do Brasil, os viajantes hoje aproveitam para realizar aquela viagem especial, mesmo com os preços altos das passagens.

Reclamando ou não, o brasileiro viaja e não abre mão de um prazer que ficou retido em tempos difíceis de coronavírus. Quer aproveitar ao máximo os parques de Orlando e a bela paisagem de Nova York, os locais de preferência, e fazem o que podem para consolidar essa façanha. Mesmo com redução de bagagens na classe econômica e os preços altíssimos de passagens.   



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