O Ponto Negro

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FEV/13 – pág. 52

Certo dia um professor chegou à sala de aula e disse aos alunos que eles iriam fazer um teste; em seguida, entregou a cada um a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Quando os alunos desviraram a folha, para surpresa de todos, não havia nada escrito, apenas um ponto negro no meio da folha. Então, o professor disse:

– Escrevam um texto sobre o que estão vendo.

Os alunos se entreolharam sem entender muito bem como iniciar uma redação tão peculiar. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas e, em seguida, começou a ler as redações em voz alta. Todas definiram o ponto negro, o mestre então explicou:
– Queridos alunos, não se preocupem, esta redação não vai alterar suas notas, serve apenas de alerta para todos nós. Nenhum de vocês escreveu sobre a folha em branco, todos se preocuparam com o ponto negro, vocês simplesmente não viram a folha em branco. Assim acontece em nosso dia a dia, temos uma folha em branco – nossa vida –para usar e aproveitar como quisermos, mas só nos preocupamos com o ponto negro. Pensem: a vida é um presente do Criador, temos motivos de sobra para agradecer: o sol que nasce todos os dias, as flores que embelezam o jardim, os amigos que nos rodeiam, o trabalho que nos dá o sustento, no entanto, insistimos em olhar apenas para os pontos negros: o problema de saúde, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil etc.
O mestre olha significativamente para os alunos e continua:

– Espero que vocês percebam que em comparação a tudo que recebemos diariamente da vida, os pontos negros são apenas pontinhos mínimos. Tirem os olhos deles e aproveitem cada bênção, cada momento que Deus oferece, usem com sabedoria a folha em branco, sejam felizes!
O professor encerra a aula, dizendo:

– Contem a seus pais e a seus amigos sobre nossa aula de hoje. (Texto extraído de um Power Point que recebi).
Querido leitor, comentem vocês também com seus amigos sobre esta pequena narração.
Um abraço!

Madu Caetano