O poder das mãos na cura da dor crônica. Conheça “Terapia Crâniosacral”

Grace Máximo Wash, terapeuta holística, fala dos efeitos benéficos na dor crônica

 

O “Nossa Gente” conversou com a terapeuta holística e espírita kardecista, Grace Máximo Wash  – do Rio de Janeiro – , também terapeuta de “Crâniosacral”, que superou um câncer de mama, diagnosticado em 2011. Uma lição de superação na busca do autoconhecimento; o poder das mãos que pode curar dores crônicas 

 

Da Redação

A Campanha anual do “Outubro Rosa”, realizada mundialmente, alertando as mulheres e a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, ressalta o olhar de atenção para a saúde, garantindo a vida e um tratamento de qualidade. É uma forma de encorajar mulheres a realizarem seus exames, pois nos estágios iniciais, a doença é assintomática. O movimento teve início no ano de 1990 em um evento chamado “Corrida pela cura” que aconteceu em Nova Iorque, para arrecadar fundos para a pesquisa realizada pela instituição “Susan G. Komen Breast Cancer Foundation”.

O “Nossa Gente” conversou com a terapeuta holística e espírita kardecista, Grace Máximo Wash  – natural do Rio de Janeiro – , também terapeuta “Crâniosacral”, que superou um câncer de mama, diagnosticado em 2011, e, no momento, passa por um tratamento de quimioterapia em combate à doença, agora nos ossos e no pulmão. E, muito aquém da condição depressiva, ela é otimista, sorridente e impulsiona pessoas a buscar o seu melhor, diante do que parece ser invencível. “Estou muito confiante porque as sessões de quimioterapia vêm dando bons resultados e me sinto muito melhor, inclusive, atendendo os meus pacientes. Nossas emoções refletem no nosso corpo, e causam doenças. É necessário estarmos em alerta para evitar surpresas; realizar os diagnósticos preventivos e viver a vida com positivismo”, incentiva Grace. 

Os efeitos da “terapia Crâniosacral” – Há 20 anos residindo em Orlando, conta à terapeuta que o seu bom humor e a fé na vida a tem motivado seguir em frente, sem ressentimentos ou vitimismo, superando as batalhas que pareciam invencíveis. “Ficar parado, inflexível, chorando pelos cantos não leva você a lugar algum. É preciso reagir com fé e evitar o vitimismo, pois é sempre uma barganha para recebermos cuidados como uma criança: as pessoas passam a mão na sua cabeça, lhe dão carinho, mas isso não traz nenhum ganho, pelo contrário. O vitimismo é uma condição de quem não reage, se entrega a espera o consolo do outro”, fala com convicção. 

“Em vez de ficar parada, lamentando, eu fui estudar. Aproveitei a pandemia, que a princípio paralisou o meu trabalho de atendimento, pois os clientes evitavam sair de casa, e coloquei em prática a vontade de aprimorar muito mais os meus conhecimentos. Fiz o curso de ‘Fitoenergética’, com Bruno Gimenes, e depois estudei Tarô, e foi ótimo porque agora tenho mais duas profissões. Quando a maioria das pessoas fica confinada em casa, sem ter o que fazer, pensando em coisas que só podem ser resolvidas com atitudes, eu decidi estudar e isso trouxe benefícios para a minha profissão”,  comemora.  

“Fitoenergética”, explica Grace, é uma forma de curar as dores da alma com a magia e poder oculto das ervas. Segundo a terapeuta, a energia das plantas pode equilibrar as suas emoções, e de como ajudar quem você ama. “A ‘fitoenergética é uma combinação de ervas que modifica as doenças, ameniza a dor e auxilia as pessoas com depressão ou que sofrem com a síndrome do pânico – alecrim, canela e boldo e alguns complementos são excelentes para curar a depressão. Um processo extremamente eficaz, que tem ajudado os meus pacientes”, enfatiza.  

Sobre o Tarô, quando consultada, “funciona para as pessoas que buscam respostas para suas vidas, alerta sobre doenças, entre outros fatores de preocupação. E tem dado ótimos resultados às sessões de tarô, e muitos têm me procurado com perguntas que o tarô pode responder, com precisão”, argumenta Grace.  

 

Poder da “Terapia Crâniosacral”

Grace Máximo é formada em “Terapia Crâniosacral”, pelo “Upledger Institute”, uma técnica manual de origem americana que utiliza o sistema crâniosacral para ajudar a aliviar dores e disfunções, melhorando o funcionamento corporal de maneira global. “É uma terapia de toque suave no corpo, que permite ao terapeuta treinado sentir o ritmo do corpo do paciente, se está em ritmo acelerado ou lento. E com as mãos treinadas, é possível estabilizar o ritmo do corpo ou dinamiza-lo. É uma técnica muito eficiente, descoberta pelo médico osteopata John Upledger, na década de setenta. Muitas pessoas têm se curado, têm tido melhoras em dores crônicas com essa técnica inovadora”, complementa.

“Eu utilizo o toque leve das mãos, atuando no sistema nervoso central, e os resultados têm sido positivos às pessoas com depressão e com dores em geral – a dor é benéfica até que você descubra a causa. Atendo também pessoas com autismo. A terapia acalma pessoas autistas, que geralmente ficam muito agitadas”, avalia.

“É importante prestar atenção na reação do corpo porque o corpo fala. Em todos os sentidos, é necessário ficar atento e buscar ajuda quando for preciso. E quanto ao ‘Outubro Rosa’ é uma campanha importantíssima de alerta as mulheres para que façam os exames preventivos ao câncer de mama. Os tempos são difíceis com a pandemia, mas devemos manter a confiança e o equilíbrio para superar os desafios”, finaliza Grace.

Serviço

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