O Número de Ouro e a Saude Mental

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MAIO/2014 – pág. 64

sua_saude_rosarioCertamente, alguns já ouviram falar no “Número de Ouro” ou na “Proporção Áurea”. Há quem também o chame do “Número de Deus”, pois é um número recorrente em todo o Universo: 1.618 ou PHI, em honra ao escultor grego Phidias, 490 B.C.

Esse número é a proporção da distância entre os pés e o umbigo, o umbigo e a cabeça, o ombro e os dedos e entre as próprias falanges, seja qual for o tamanho da pessoa, ou seja, entre o cotovelo e o dedo indicador, a distância é 1.618 maior que a entre o ombro e o cotovelo!

Esse número repete-se na proporção entre o tamanho da semente da flor e o seu número de sementes, no número de “escamas” do ananás, no número de pétalas das flores, no seu ângulo de crescimento, nas espirais das nossas orelhas, das conchas, dos caracóis, das galáxias e do nosso DNA!

Não só os gregos, mas os egípcios também utilizaram essa frequência na construção das suas pirâmides. A Europa Renascentista valorizou a beleza dessa proporção e utilizou-a na sua arte (Gioconda, por exemplo).

Se Platão (400 B.C.), Leonardo da Vinci (1509), Newton (1600s) referiram-se a esse fato matemático divino, por que eu, aqui e agora, como psicoterapeuta, estou me referindo a isso?

Porque em 1989, Philip Kendal, professor universitário de psicologia, escritor e pesquisador, chegou à conclusão que pessoas saudáveis têm 38% de pensamentos negativos e 62% de pensamentos positivos, ou seja, pensamos 1.618 mais vezes positivamente do que negativamente e sentimo-nos bem!

Divino!

Para qualquer pergunta (desde que não seja matemática ou física), comentário ou consulta, telefone ou mande e-mail. Obrigada!

Rosario Ortigao, LMHC, MAC
Conselheira de Saúde Mental
407 628-1009
rosario@ortigao.com