‘Como Será?’ – Sol e mar azul

‘Como Será?’ – Sol e mar azul

Programa viaja até Curaçao para desvendar belezas e curiosidades da ilha no quadro ‘Hoje é dia de…’. No estúdio, especialista fala sobre educação no trânsito

Alexandre Henderson admira o mar de Curaçao durante a gravação do quadro ‘Hoje é dia de...’ - Foto: Globo/Divulgação
Alexandre Henderson admira o mar de Curaçao durante a gravação do quadro ‘Hoje é dia de…’ – Foto: Globo/Divulgação

Mar azul, belas paisagens paradisíacas e ricas manifestações culturais. O ‘Como Será?’ desembarca em Curaçao, no Caribe, para desbravar a ilha de 150 mil habitantes e colonização holandesa. Pela primeira vez gravado fora do Brasil, o quadro ‘Hoje é dia de…’ mostra curiosidades na culinária, história e costumes deste país pouco conhecido dos brasileiros. Alexandre Henderson conversa com uma guia turística – por coincidência, uma brasileira que mora na capital, Willemstad – sobre a influência holandesa e o Papiamento, uma mistura de várias línguas falada pela população local. No mercado flutuante, o apresentador ajuda a preparar o Yuana, um ensopado de iguana típico de Curaçao. Ele também visita a destilaria que produz um dos licores mais famosos do mundo, o Blue Curaçao.

Em Miami, o repórter César Augusto explica como a tecnologia desenvolvida pelo médico brasileiro Antonio Marttos está sendo usada no desenvolvimento da telemedicina no Ryder Trauma Center. Marttos explica que aplicativos de celular estão ajudando médicos a tratar pacientes e salvar vidas. Essa tecnologia vem sendo usada na recuperação de atletas brasileiros, como o da ginasta Laís Souza, que sofreu um grave acidente durante o treinamento para os Jogos de Inverno de 2014. O próximo passo na evolução da telemedicina aponta para o uso de drones nos atendimentos remotos.

De volta ao Brasil, o programa conta a história de Ricky Ribeiro, um administrador de empresas que, apesar de portador da esclerose lateral amiotrófica (a doença neurodegenerativa ELA), criou o Mobilize, portal que divulga informações e pesquisas sobre mobilidade urbana no Brasil e no mundo. Ricky descobriu a doença há cinco anos e, desde então, procura formas de combater a ELA. As dificuldades em se deslocar por uma cidade como São Paulo o impulsionaram a criar o site, uma referência no assunto. A repórter Júlia Bandeira vai até a casa de Ricky contar como é sua rotina – que, apesar de paralisado pela doença, segue trabalhando – e acompanhar o funcionamento do Mobilize.

No estúdio, Sandra Annenberg conversa com o consultor e pesquisador de comportamento no trânsito, Horácio Figueira. Ele fala sobre a relação entre pedestres, ciclistas e motoristas nas ruas, lembrando que cada um deve cumprir o seu papel para evitar acidentes. Horácio enumera os principais abusos no trânsito e ensina qual deve ser o comportamento de cada um.

No primeiro episódio gravado em Pernambuco, o ‘Tá no Quadro’ visita um projeto educacional que aborda o protagonismo juvenil. A Escola de Referência em Ensino Médio Padre Nércio Rodrigues, em Recife, desenvolve nos estudantes autonomia, protagonismo e criatividade, além de promover uma integração entre pais, alunos e comunidade.

Sobre o ‘Como Será?’

‘Como Será?’, parceria do Jornalismo e da área de Responsabilidade Social da Globo com a Fundação Roberto Marinho, tem como objetivo compartilhar com o público experiências transformadoras, exemplos de cidadania e colaborar para a construção de um futuro melhor ao tratar de maneira integrada temas como educação, ecologia, mobilização social, trabalho e inovação. É um espaço para apresentar, conhecer e incluir pessoas e ideias, que conta com a interatividade como grande aliada.

O programa vai ao ar no canal internacional da Globo neste sábado, 14 de novembro, nas Américas, dia 15, no Japão e Austrália e,  dia 21, na África e Europa.