Adolescentes no Brasil programam viagem aos EUA com isenção de vacina contra Covid a menores de 18

Agências de viagens se preparam para atender a demanda de adolescentes que vão aos EUA

 

Com as novas regras para o ingresso de estrangeiros nos EUA, a partir de 8 de novembro, divulgadas pela Casa Branca, menores de 18 anos não precisam  de vacinas contra Covid-19 para entrar no país. E desde o comunicado de Washington que a procura por pacotes de viagens com adolescentes acelerou no Brasil

 

Da Redação

A decisão da Casa Branca em permitir que menores de 18 anos não precisem de vacinas contra Covid-19 para entrar no país, animou os grupos de estudantes no Brasil que pretendem viajar para os EUA – Orlando é o destino mais procurado. As agências de viagens, após o comunicado do governo de Joe Biden, iniciaram a venda de pacotes especiais – principalmente para o final do ano e nas férias escolares, apostando na nova demanda do mercado. Segundo o agente de viagem da “Royal Turismo”, em Minas Gerais, Rafael Acconcia, é o momento para se preparar para atender os viajantes.

Orlando é destino preferido pelos adolescentes – “Os telefones dispararam, desde o comunicado da Casa Branca, isentando menores de 18 anos a entrar no país sem a vacina contra Covid. Os pacotes de viagens para os Estados Unidos com adolescentes são o mais procurados, principalmente com destino a Orlando, na Flórida. A demanda acelerou, e os meses de novembro a fevereiro do próximo ano, serão os mais agitados”, disse o agente.

Entretanto, é preciso lembrar que os menores de 18 anos – de 2 a 17 anos – , precisão fazer um teste de coronavírus antes de embarcarem para os EUA – o teste do PCR, realizado 72 horas antes do embarque. E caso as crianças e adolescentes forem viajar desacompanhados ou acompanhados de adultos com autorização para entrar nos EUA, sem ter sido vacinados, o teste deve ser feito um dia antes da viagem.

Seguindo o comunicado de Washington, serão aceitas no país pessoas que tenham tomado duas doses de imunizantes diferentes, desde que essas vacinas sejam aprovadas pelos órgãos de regulação. Ou seja, um turista que tomou uma dose da Pfizer e outra da AstraZeneca poderá viajar.A diretriz faz parte de uma atualização nas regras de entradas de estrangeiros aos EUA.

 

Regras para entrar nos EUA

Os viajantes terão de apresentar um comprovante de vacinação – o aplicativo Conecte SUS disponibiliza um certificado de vacinação contra a Covid, no caso do Brasil. Outro detalhe: mesmo vacinados, os passageiros deverão apresentar teste negativo para o coronavírus. O exame deverá ser feito até três dias antes do embarque.

Crianças e adolescentes com até 18 anos de idade não precisam comprovar vacinação. Porém, será exigido que apresentem um teste negativo para a Covid-19 feito até três dias antes do embarque (caso estejam acompanhadas de adultos vacinados) ou até um dia antes (caso viajem sozinhas ou com quem têm autorização para entrar no país sem vacina).

Haverá exceções para exigência da vacina? Segundo informou o governo americano nesta segunda-feira, ficam isentos de apresentar comprovantes de vacinação: participantes de alguns ensaios clínicos de possíveis vacinas contra a Covid-19; passageiros com contraindicação médica para as vacinas; pessoas com necessidade de viajar emergencialmente ou por razões humanitárias (que deverão apresentar uma carta do governo dos EUA comprovando a situação).

No entanto, estes viajantes estão obrigados a apresentar teste negativo para a Covid-19 feito 24 horas antes do embarque.

Quais vacinas são autorizadas para entrar nos EUA? O país considera “totalmente vacinados” contra a Covid-19 quem tomou os imunizantes aprovados para uso emergencial no país ou um dos aprovados pela OMS: Pfizer/BioNTech/ Moderna/ Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz/ Janssen (Johnson & Johnson)/SinoPharm/CoronaVac — produzida no Brasil pelo Instituto Butantan

Um comprovante de vacinação deverá ser apresentado antes de embarcar – o mesmo que é oferecido pelo Ministério da Saúde por meio do app Conecte SUS: Nele deve constar, obrigatoriamente: Nome completo e data de nascimento; Centro de aplicação da vacina; Nome da vacina; Doses administradas e Datas de aplicação.

O viajante só é considerado protegido após duas semanas da segunda dose ou da dose única de vacina.

Serviço

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