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Quer ser o meu Valentim?

Quer ser o meu Valentim?

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FEV/2017

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Que linda e romântica proposta! Alguém já lhe fez?

O que significa isso e a quem fazer essa pergunta? Eu proponho que esse convite seja feito com frequência ao esposo/a. Se não for casado, faça-o a um namorado/a ou a alguém por quem se sinta atraído! Até mesmo a um amigo/a que lhe faça companhia. Ouvi uma senhora dizer que ia ter um “Galentine’s day”, isto é, um encontro em que as jovens “gals” saem juntas.

A verdade é que devemos desfrutar do momento da vida em que nos encontramos e, nessa interação, precisamos encontrar satisfação e sentido pessoais. Não basta comprar flores, chocolates ou cartões (embora isso seja muito bom). Deve-se ter sinceridade, criatividade e intenção, é preciso também rever objetivos e valores e manter um propósito. Celebrar o dia de São Valentim é apreciar o nosso amor por alguém especial, por um amigo e por nós próprios. Se sentir desilusão com esse processo, convido-o/a a olhar para o espelho e examinar sua consciência…

Qual a contribuição que eu dou para as minhas relações? Especialmente para aquelas que atribuo mais valor? Sou aberto e sincero, positivo, respeitoso, paciente, flexível, divertido e/ ou consistente? Oferto mais, menos ou o mesmo que recebo? Ou simplesmente exijo aquilo que não dou? Quais oportunidades eu busco oferecer a quem me valoriza? Existe sempre a ocasião de melhorarmos o momento no qual nos encontramos e é isso que torna nossa vida interessante.

Para saborearmos o dia de São Valentim (qualquer outro feriado, ou até mesmo o dia a dia), temos que nos sentir emocionalmente maduros e agir de acordo. O que isso significa? Vejamos o critério de maturidade emocional (composta pelo Dr. Menninger – 1899-1966):

  • capacidade de lidar com a realidade de uma maneira construtiva;
  • capacidade de adaptação a mudanças;
  • desapego a sintomas geralmente produzidos por tensões e ansiedades;
  • capacidade de encontrar mais prazer em dar do que em receber;
  • capacidade de manter relacionamentos mutuamente satisfatórios e justos;
  • capacidade de sublimação, de direcionar energias hostis para energias construtivas e criativas;
  • capacidade de amar.

Há quem diga “fake it till you make it!”, ou seja, “finja até conseguir!”, portanto, para que algo se torne um hábito, precisa-se experimentar e praticar. Vamos pra frente! Com muito amor, ternura e compaixão por si próprio e pelos outros.
Se quiser comentar ou obter mais informações, telefone-me (inclusive sobre o grupo de apoio para todos os recém-chegados e imigrantes que se sentem sós e desesperados).

Para outras dicas ou recomendações, permitam-me recomendar os meus dois e-books e o vídeo, respectivamente: “Autoestima e Relacionamentos – Segredos Essenciais”, “Autoestima – Ferramentas Indispensáveis” e “Segredos Saborosos para um Bem-Estar Físico e Mental”, (http://www.ortigao.com/EbooksandVideos.en.html)


Rosario Ortigao, LMHC, MAC
Conselheira de Saúde Mental
407 628-1009
rosario@ortigao.com